Se afogou nas profundezas do seu próprio ser, negando-se e negando mostrar ao mundo sua profundidade.
Maldade a si própria sem má intenção, mas má, má em se arrogar.
Decidiu mostrar só o que achava digno aos olhos da sociedade, mas uma vez maldade, sem má intenção, mas cadê escutar a voz do coração?
Por onde andavas mesmo que não disseste nada, no fundo já sabíamos que tudo era em busca de amor e aceitação, mas como não tinha em si não sabia receber e dificilmente recebia...
Morria, morria aos poucos sufocada em si própria, atrás de notas, versos, cores, sabores, amores... E assim que morreu...
E só reviveu quando se conheceu.
Vivendo e aprendendo, que para aprender tudo é preciso aprender ser o que se é... pois é...